Esta aba reúne a visão consolidada da Academia de Líderes FCV: evolução média das competências (antes vs. depois), distribuição da performance final, principais KPIs e o Top 5 de experiência no LMS. É o melhor ponto de partida para entender rapidamente o impacto geral do programa.
Esta aba apresenta o radar da Avaliação 360°. Líder, equipe, pares e gestor atribuem notas às competências combinadas para o papel, gerando uma visão completa do comportamento no dia a dia. É comum algumas notas caírem na segunda rodada, à medida que o foco deixa de ser "agradar" e passa a ser aprender: isso aumenta a maturidade do feedback, embasa PDIs e ajuda a tomar decisões mais justas sobre desenvolvimento e sucessão.
Além dos encontros presenciais, cada líder recebeu usuário e senha individuais para acessar um ambiente digital exclusivo. No LMS, aprofundaram os temas com vídeos, textos, testes, sugestões de aplicabilidade e certificados por módulo. Isso garante continuidade da aprendizagem e permite que líderes que faltaram em algum encontro tenham acesso completo ao conteúdo em um domínio próprio.
| Líder ↕ | Cargo ↕ | Pontuação ↕ | Progresso ↕ | Último Acesso ↕ |
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Este módulo combinou Cultura Organizacional e Liderança Ambidestra. Utilizamos o modelo de cultura de Edgar Schein (artefatos, valores e pressupostos básicos) para entender o "jeito FCV" de trabalhar, e a ferramenta FCA-R (Fato, Causa, Ação, Resultado) para qualificar problemas reais dos setores. Duplas de líderes atuaram como consultores internos, visitando áreas, identificando gaps e propondo ações com indicadores de resultado.
| F — Fato | C — Causa | A — Ação | R — Resultado | Líder(es) |
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- Liderança ambidestra: equilíbrio entre eficiência operacional (curto prazo) e inovação (longo prazo).
- Accountability: responsabilização por resultados com foco em causa raiz, e não em culpados.
- Visão sistêmica de processos críticos da FCV (assistência, apoio e gestão).
- FCA-R (Fato, Causa, Ação, Resultado) para qualificação estruturada de problemas.
- Auditorias cruzadas de processos entre setores, com checklists de confiabilidade.
- Painéis de indicadores para acompanhar antes/depois das intervenções.
- Duplas de líderes atuaram como consultores internos, auditando setores, identificando falhas de processo e propondo planos de ação com indicadores de resultado.
- Encontro seguinte dedicado à apresentação estruturada dos projetos, em formato de defesa executiva para o grupo.
- Cultura desejada da FCV: valores, comportamentos-chave e riscos de desalinhamento.
- Níveis de serviço como expressão prática da cultura no atendimento ao paciente e às áreas internas.
- Papel dos líderes como multiplicadores de cultura e guardiões de ritos.
- Mapeamento de "momentos da verdade" da jornada do paciente e dos colaboradores.
- Canvas de cultura (o que fortalecer, o que reduzir, o que criar).
- Roteiros de comunicação para cascata de mensagens pelas lideranças.
- Grupos de líderes mapearam situações reais em que a cultura é testada, identificando comportamentos desejados e indesejados.
- Construção colaborativa de compromissos de cultura por área, com plano de comunicação e acompanhamento.
- Papel do líder na engenharia de times: desenho de funções, fluxos e interfaces.
- Comunicação executiva: clareza, objetividade e impacto nas diferentes audiências.
- Alinhamento de expectativas e contratos de entrega.
- Matriz de responsabilidades (RACI) adaptada à realidade da FCV.
- Estrutura de mensagens executivas (situação, análise, recomendação).
- Roteiro de 1:1 e reuniões de equipe.
- Simulações de reuniões críticas (com diretoria, com equipe, com pares), com feedback estruturado do grupo.
- Redesenho de fluxos de comunicação entre áreas, identificando gargalos e pontos de ruptura.
- Propósito institucional da FCV e conexão com o trabalho diário das equipes.
- Conceito de Círculo Dourado (Por que / Como / O quê) aplicado à liderança.
- Engajamento sustentável: sentido, autonomia e reconhecimento.
- Círculo Dourado adaptado para times e projetos críticos.
- Roteiro de storytelling para líderes comunicarem propósito em conversas do dia a dia.
- Checklist de drivers de engajamento.
- Líderes desenharam o "porquê" da própria área e o traduziram em narrativas para suas equipes.
- Compartilhamento em grupo, com feedback sobre clareza, autenticidade e conexão com a cultura FCV.
- Riscos de esgotamento em ambientes assistenciais de alta complexidade.
- Limites saudáveis entre performance e exaustão.
- Papel do líder na gestão de carga, priorização e cuidado com o time.
- Matriz de energia (pessoas, processos, prioridades).
- Checklists de sinais de alerta de burnout na equipe.
- Rituais de cuidado e checkpoints de clima.
- Análise guiada de casos reais de sobrecarga e reorganização de fluxos para reduzir estresse.
- Construção de compromissos individuais e de equipe para práticas de sustentabilidade humana.
- Diferença entre estar ocupado e ser produtivo em termos estratégicos.
- Construção de legado: o que fica na cultura e nos resultados depois da passagem do líder.
- Gestão de prioridades alinhada à estratégia da FCV.
- Matriz de priorização (importância x impacto) aplicada aos projetos das áreas.
- Mapa de legado de liderança (o que quero construir / o que preciso deixar de fazer).
- Roteiro de acompanhamento de projetos com foco em indicadores.
- Líderes revisaram suas agendas e projetos, identificando atividades de baixo valor agregado.
- Desenho de um plano de 90 dias de produtividade estratégica, com compromissos públicos frente ao grupo.
Esta aba traduz o diagnóstico de DHO em linguagem de risco. Para cada dimensão analisada, mostramos as evidências observadas, o nível de risco e as recomendações técnicas. É uma visão rápida para decidir onde priorizar investimentos em desenvolvimento, governança e estrutura de liderança.
Com base nos dados de 360°, engajamento em LMS e evidências de cultura e processos, elaboramos um parecer técnico sobre o estado atual do Desenvolvimento Humano Organizacional (DHO) na FCV. A matriz abaixo sintetiza as principais dimensões avaliadas, as evidências observadas, os riscos de não endereçar cada ponto e as recomendações da consultoria.
| Nível de risco | Dimensão de DHO | Evidências observadas | Recomendações da consultoria |
|---|---|---|---|
| ALTO | Governança e modelos de avaliação | Não há uma governança clara de DHO (papéis, ritos, responsáveis) e o modelo atual de avaliação de reação é pouco estruturado e pouco integrado aos demais dados (360°, desempenho, engajamento). | Instituir uma governança leve de DHO, com calendário anual, fóruns definidos (RH, diretoria, lideranças) e instrumentos integrados de avaliação conectados a painéis gerenciais. |
| ALTO | Estrutura contínua de DHO | Não existe uma estrutura contínua dedicada a DHO; programas relevantes dependem de esforço pontual e não de uma função permanente e integrada. | Adotar uma plataforma de DHO que centralize trilhas, PDIs, feedbacks, avaliações e dados de pessoas — substituindo a necessidade de um profissional dedicado por tecnologia inteligente e autônoma. |
| ALTO | Trilhas e maturidade de liderança por nível | Não há trilhas formalizadas por nível hierárquico (supervisão, coordenação, gerência, diretoria) nem um framework claro de maturidade de liderança. | Desenhar trilhas de desenvolvimento por cargo e nível de maturidade, conectadas aos resultados de 360° e a missões práticas, com acompanhamento em plataforma digital. |
| MÉDIO | Avaliação de reação, desempenho e feedbacks | O modelo de avaliação de reação não captura a profundidade dos impactos em liderança e cultura, e não há matriz consolidada de desempenho com revisão técnica dos feedbacks. | Implantar um modelo integrado de avaliação (reação, aprendizagem, comportamento, resultados) e ritos periódicos de análise de feedbacks e desempenho conduzidos por especialista em DHO. |
| MÉDIO | Carreira, sucessão e estrutura de crescimento | O plano de carreira está em estágio inicial e não está claramente conectado a competências, trilhas e dados de desempenho. | Desenhar um plano de carreira macro para cargos de liderança, vinculado à matriz de competências e às trilhas de desenvolvimento, permitindo mapear prontidão, potenciais e necessidades de reforço. |
| ALTO | Plataforma digital e continuidade do desenvolvimento | As trilhas e conteúdos da Academia estão consolidados em um ambiente digital da youB; após o programa, há risco de dispersão e perda de continuidade. | Adotar uma plataforma única de DHO (LMS) para concentrar trilhas, conteúdos, PDIs e diagnósticos, garantindo continuidade do desenvolvimento e visão de jornada por líder. |
| MÉDIO | Uso estratégico de dados de pessoas | Dados de 360°, engajamento e cultura ainda não são utilizados em um painel unificado de people analytics acessível para diretoria e RH. | Evoluir o relatório atual para um painel vivo de people analytics, com leituras periódicas com diretoria e RH para apoiar decisões de promoção, sucessão e priorização de investimentos em desenvolvimento. |
Os três eixos com maior nível de risco identificados na análise de DHO da FCV: